sábado, 10 de julho de 2010

Who wants flower when you're dead? nobody.

Essa virgindade se põe murcha; suas palavras, tão frágeis como papel...Uma manhã eu pensei que não iríamos nunca nos ver. Sozinho, no silencio da praia, não há nada que possamos fazer. O céu, ele queima a si mesmo. As árvores apodreceram por nada, gargantas secas e cadáveres preenchem as calçadas. Esses passeios, nossos cemitérios. Não há nada que possamos fazer, o céu queima si mesmo lá fora. Ajoelhando, acerca do sacrifício da sorte do dia. Ah, se pudéssemos ter isso de volta e ver um último entardecer...Tire uma foto! Suas mãos em forma de oração, Seus cotovelos na cama. Um último choro pelo paraíso, pensando em: Quem quer flores quando morre? Você está morto. Virgindade, virgindade...Um entardecer virgem.

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